A novela não é escrita, nem uma telenovela qualquer. A novela em questão é o lançamento do livro do Prêmio de Literatura Franklin Cascaes 2005. Agora acabou. Hoje, paro de bater na tecla que já está gasta em todos os teclados que passaram por mim. Surpreendentemente, o livro foi lançado. A cerimônia foi breve, realizada na Casa da Memória, em Florianópolis, com a presença dos cinco autores dos contos vencedores. Além do já famoso “livro do prêmio”, foram lançadas mais duas obras das quais destaco o pequeno “Diário de Bordo”, de autoria de Di Huri Duarte, vencedor do concurso Meu primeiro livro. Parabéns aos colegas escritores.
MAIS LITERATURA
Escrevi um texto sobre política regional, mas como fui a Florianópolis hoje à noite, não tive tempo de digitá-lo para publicar. Seguindo a onda de falar de literatura, publicarei aqui o último texto que escrevi para o Duelo de Escritores. Grande abraço a todos.
À margem
Se eu estiver calado não me perguntes o porquê. Enquanto fitar o horizonte, estarei perdido em devaneios e pouco poderei responder. Contando que meus olhos estejam voltados para mim, não terei chance alguma de expor o que penso… sinto… vejo… então, apenas calo. A menos que me vejas abrir-me ao mundo, não forces uma aproximação atrapalhada. Pois, contando que estou perdido em mim mesmo, preciso apenas redescobrir-me… reescrever-me… redesenhar-me… E, por final, caso penses que estou louco, uma vez que tenhas lido tudo isso, faças o que quiseres. Perguntes… aproximes… desde que aceites nossa condição de estar sempre (apenas) beirando a harmonia.


